Ontem, conversei com, o Roberto, um menino lá da classe. Este me disse coisas horripilantes a respeito das revistinhas que ando comprando. Disse-me, de modo mais ríspido, que acha essas meninas muito infantis; "essas" ele se referia às que compram certas revistas. Diss-me, ainda, que o mais ideal seria ler um estória que refletisse o meu tempo, a minha. Porém, para isso, alertado por ele, será necessário rastrear tal historietas no tempo. Para ele, analisá-las enriqueceria muito o que tenho pelo outro. Pela minha mais nova paixãozinha.
Não sei, estou tão incerteza que hoje escrevi no meu diário, só para me encorajar, uma séries de pequenos momentos em que eu encontrar o menino dos óculos com um livro e me dizendo, como ele sempre diz, "Doce fogo do amor/ como me queimas/ e me fazes arder por entre neves". Percebi, no entanto, muito melosos estes versos. Decidi, então, por ficar com estes. "o mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar/ o mar é grande e cabe na cama e no colçhão de amar./ o amor é grande e cabe no breve espaço de beijar." Lembro, agora, que Drummon citado pelo Roberto ficaria bem. Este sonho não acabou.
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