em todos os dias,
um vendaval para cada dia.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
um olhar sobre os dias
nosso pensamento voltado aos dias,
todos eles.
temos de ser fortes,
longes, bravos,
não agradamos as coisas
nem as pessoas,
nem ela a nós,
temos um inimigo,
o invisível ser pensamente
que destrói a nós mesmos.
Seguimos os caminhos que nos enlouquece,
as coisas entortam nossas cabeças,
machucam nossos pensamentos,
e somos tidos como traíras, traidores,
mas não o somos, poxa,
Que culpa temos se só agora tivemos
acesso às coisas, aos humanos, se todo esse tempo
sempre fomos acorrentados às circunstâncias, ainda estamos,
porém tem um ar novo, tem um ar de vitória,
de cansaço, de choro, de agonia,
e um coração que permanece humilde,
ele enlouquece de verdade.
Ele consegue ver ainda que um homem lá na Rua,
rasgado nosso coração,
comia uma sacola com os dedos,
e mastigava os detritos lá encontrados
com os dentes.
Isso é o medo,
o futuro nos dá medo
diante estas coisas,
tudo tão marginal,
saímos à tarde para a refeição.
e um homem, ali perto, rasga uma
sacola com os dentes
e mata nosso coração,
Isso é muito para se ver
não queremos mais ver
isso foi longe,
essa miséria de coisas
sem fim.
Tudo terminando tudo.
todos eles.
temos de ser fortes,
longes, bravos,
não agradamos as coisas
nem as pessoas,
nem ela a nós,
temos um inimigo,
o invisível ser pensamente
que destrói a nós mesmos.
Seguimos os caminhos que nos enlouquece,
as coisas entortam nossas cabeças,
machucam nossos pensamentos,
e somos tidos como traíras, traidores,
mas não o somos, poxa,
Que culpa temos se só agora tivemos
acesso às coisas, aos humanos, se todo esse tempo
sempre fomos acorrentados às circunstâncias, ainda estamos,
porém tem um ar novo, tem um ar de vitória,
de cansaço, de choro, de agonia,
e um coração que permanece humilde,
ele enlouquece de verdade.
Ele consegue ver ainda que um homem lá na Rua,
rasgado nosso coração,
comia uma sacola com os dedos,
e mastigava os detritos lá encontrados
com os dentes.
Isso é o medo,
o futuro nos dá medo
diante estas coisas,
tudo tão marginal,
saímos à tarde para a refeição.
e um homem, ali perto, rasga uma
sacola com os dentes
e mata nosso coração,
Isso é muito para se ver
não queremos mais ver
isso foi longe,
essa miséria de coisas
sem fim.
Tudo terminando tudo.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
A menina da sala
Chegava cedo, não muito. Viera da casa, às vezes, do ficante. Postava a dar um bom-dia a quem conhecesse do local de trabalho. Raro hoje em dia. Colocava à portaria. O portão já estava aberto à espera do demais. Prestava ao homenagear o homem com um bom-dia, repetida vezes dizia este texto incrível, bom-dia, de vez em quando levava até à boca um "como vai você?", "está bem?", com alguns perguntava intimamente, de outros um olhar cabisbaixo retratava o seu sentimento para com estes.
Assim, mantinha-se sempre esquivada das coisas, dos objetos do homem e deste. Não se sabe sobre seu namorado, não se via aliança nela. Haveria, somente, o amante. Ele dava conta do que um suposto namorado tentaria em dar.
Obedecera, como sempre e acompanhada das demais, o padrão estético, muitas vezes gracioso outras vezes elevara o tom erotizante tímido, nada muito vulgar, mas que pudesse sensibilizar os homens.
Atraente, um metro e sessenta e sete, bem vestida, arrumava-se com destreza, de modo a estabelcer ligações com ego feminino.
Mas essas coisas acontecem com o ego de todas as classes sexuais. Embora, possa ser discutidas as relações, elas existem sob diversas formas.
Raiava o dia entre saídas e entradas na sala, deparava-se sempre com atitudes alheias às suas, gostava de alguns, outras permancia distante, tentando evitar maiores proximidades, não se permitia, não permitia ao outros, muito menos aos homens.
Haveria de estar isoladas, insulada na própria existência dos dias frios?
Descruzavam-se as pernas, pega-se o caminho, antes, um até amanhã.
Assim, mantinha-se sempre esquivada das coisas, dos objetos do homem e deste. Não se sabe sobre seu namorado, não se via aliança nela. Haveria, somente, o amante. Ele dava conta do que um suposto namorado tentaria em dar.
Obedecera, como sempre e acompanhada das demais, o padrão estético, muitas vezes gracioso outras vezes elevara o tom erotizante tímido, nada muito vulgar, mas que pudesse sensibilizar os homens.
Atraente, um metro e sessenta e sete, bem vestida, arrumava-se com destreza, de modo a estabelcer ligações com ego feminino.
Mas essas coisas acontecem com o ego de todas as classes sexuais. Embora, possa ser discutidas as relações, elas existem sob diversas formas.
Raiava o dia entre saídas e entradas na sala, deparava-se sempre com atitudes alheias às suas, gostava de alguns, outras permancia distante, tentando evitar maiores proximidades, não se permitia, não permitia ao outros, muito menos aos homens.
Haveria de estar isoladas, insulada na própria existência dos dias frios?
Descruzavam-se as pernas, pega-se o caminho, antes, um até amanhã.
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