segunda-feira, 9 de maio de 2011

O processo

Na cidade de São Paulo. Um homem dorme na rua. Uma criança na calçada chora ininterruptamente, a mãe lhe desfere tapas. E, no ponto, muita gente aflita se estressa com a demora do ônibus. Muitos esperam. Muitos recorrem ao relógio.
Porém, o motivo do descaso chega. A cena de abandono é visível. Pouco se faz para o maior colégio eleitoral. Pouco se vê algo sendo feito. Muitos motivos para se fazer a revolução por meio deste caos.
Neste maior cartório eleitoral, os nordestinos fazem a cena, a chance; são, portanto, a maioria. São castigados como maioria.
Retrato irresistível para futuro votos. Precariedades e mentiras. Má-educação, má-vontade, desgraçada sorte. Certeza de não tê-la.
Com isso, mal sabem que Anchieta iniciou educando São Paulo, pelos Guaianazes. Ele foi ao centro. Mas este não veio até ele.
.................

Nenhum comentário:

Postar um comentário