segunda-feira, 28 de novembro de 2011
amorzinho
Meu amor, escute o triste fomento das coisas, lá fora.
Tudo se perde,
Tudo voa,
Esquece.
Some,
Não se esqueça que tomamos forma juntos,
Assim, sorridentes e tristes,
Somos mais para um
Num sempre bem comum,
Meu amor, não se esqueça do lustre,
Ilustres dores de nós mesmos,
Amor, esqueça os outros, as coisas alheias aos outros,
O que perdura numa conversa, num desvio dos outros são bobagens,
Outras coisas dos outros não nos metem em pecado.
O que perdura, meu amor, são os nossos votos,
naquela cama molhada,
Cheia de você e de mim,
Cheia de coisas nossas
Um bem estar comum a todos os dias nossos,
Na tua preocupação com aquele telefonema
Na tua diária negociação com os seus delírios,
Na tua rotina, eu sei que te amo.
Em versos tão frágeis e fortes e tristes,
Tão mais nossos
Do que nossos corpos.
Tão mais quentes e intensos do que nossos lábios,
Beijos, eu te amo.
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Aon,minha pocalia como vc é fofinho! Se eu pudesse ficaria o dia todo lendo as coisas que escreve. É tão bom viver com vc,me sinto renovada a cada palavra,gestos,brincadeiras,poemas,carinhos,isso me faz querer ficar cada vez mais junto de vc, como se fossemos um só,como vc diz. Sinto como se vc fosse o meu professor da vida, na verdade é isso que vc é,o meu mestre.Obrigada por fazer eu me apaixonar por vc todos os dias, espero que esse sentimento progrida a cada fase. Beijos meu anjinho, eu amo vc incondicionalmente!
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