terça-feira, 12 de julho de 2011

Manhã

Diante este dia, algumas coisas tão numerosas, pessoas e coisas,


Estalidos, beijos estalados, lados,


Velhos empurrões, costumeiros diante esta manhã.



Numerosidade no espaço,


Mas o há?


Não tem validade coisas neste lugar?


E uma mulher olha um homem.


Resignada, odeia-o com o braço, com a bolsa, com o ombro.



Nesta manhã, tanta coisa.


Tanto problema e, no entanto, aquela continua manhã,


que sempre, pra mim, com pouco espaço e pouco tempo.


Tempo?

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