Diante este dia, algumas coisas tão numerosas, pessoas e coisas,
Estalidos, beijos estalados, lados,
Velhos empurrões, costumeiros diante esta manhã.
Numerosidade no espaço,
Mas o há?
Não tem validade coisas neste lugar?
E uma mulher olha um homem.
Resignada, odeia-o com o braço, com a bolsa, com o ombro.
Nesta manhã, tanta coisa.
Tanto problema e, no entanto, aquela continua manhã,
que sempre, pra mim, com pouco espaço e pouco tempo.
Tempo?
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